1. Bêbada, meu sobrinho tímido me enrabou


    Encontro: 10/06/2017, Categorias: Teen, Anal, Incesto, Tia, Heterossexual, Autor: Beck17, Fonte: CasadosContos

    Este conto que passo a contar agora é real, não é muito pequeno, porém, não há motivo algum para citar fantasias inexistentes e, convenhamos, sabidamente mentirosas, iguais a muitos que vemos por aí. Na verdade, não é um conto, mas um relato, um desabafo, algo assim, a respeito de algo que aconteceu comigo há algum tempo. Meu nome é Gisele, tenho 36 anos, morena, estatura média. Moro em Belo Horizonte. Eu não sou o que chamam de uma deusa, mas percebo, pelo o que meu marido diz e pelos olhares na rua e no trabalho (sou bancária) que o meu bumbum, desperta alguns suspiros masculinos. Gosto muito de beber, na verdade, adoro! Bebida é o meu fraco. Ao ponto de, de vez em quando, nas festas familiares, ser carregada para o quarto, por ter enfiado o pé na jaca, porque não tenho muita resistência ao álcool e com poucas doses eu capoto. Porém, faço isso, sem vexame, apenas mesmo em família, coisa que nunca me atrapalhou no casamento, nem mesmo no trabalho, na verdade, é um hobby. Há três meses, fomos a uma dessas festas na casa dos meus pais e como sempre, bebi. Nesses casos, meu marido muito compreensível, vai embora e me deixa para dormir lá, vindo me buscar no dia seguinte. Mas nessa noite, inexplicavelmente, não fiquei assim tão mal, mas para não quebrar a tradição, subi antes de todo mundo e fui me deitar. Meus pais moram em um sítio afastado da cidade, em uma casa muito boa, construída justamente para esse fim, ou seja, reunir a família muito festeira, para ocasiões como ... aquela. Dirigi-me, então, aos aposentos, meio tonta é verdade, e troquei de roupa, tirei o sutiã e vesti uma camisola para em seguida, apagar a luz, liguei um pequeno abajur bem fraquinho, apenas para quebrar a escuridão e deitei com a cabeça virada para a parede e esperar o sono chegar. Quando estava de fato quase adormecendo, sinto uma presença no quarto e pelos sons do colchão a proximidade de alguém, como se estivesse se ajoelhado na cama. Quando ouço uma voz, num sussurro bem baixinho: - Puta que pariu! Que bunda! Surpresa e constrangida, reconheci a voz de Sandro, meu sobrinho de 17 anos, filho do meu irmão, que por certo, conhecendo a minha fama de bêbada, achou que eu estivesse para lá de apagada e pior, olhando a minha bunda que eu deixara inocentemente descoberta, acreditando na privacidade do lugar e do momento. Fiquei ali, torcendo para que ele se retirasse logo dali e fosse embora, talvez satisfeito com o que vira. Mas o que aconteceu em seguida comprovou que eu estava completamente enganada. Sandro começou a deslizar a mão bem devagarinho, subindo do joelho até as minhas coxas o que me deixou a princípio aterrorizada, mas sinceramente ensaiando uma forma de me virar e fazê-lo parar com aquilo, dando-lhe uma dura, mas ao mesmo tempo em que temia o mal estar em família; meu Deus! Era meu sobrinho, um frangote se aproveitando da tia, ali completamente entregue. Mas ele, de fato, não parecia que ia mesmo parar; pois para meu desespero, passou a alisar a suavemente a parte ...
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