1. O evento surpreendente


    Encontro: 09/06/2017, Categorias: sexo grupal, trocas, Casais, Esposa, swingue, Festa, Grupal, Autor: Gabi, Fonte: CasadosContos

    Não sei explicar o que motivou aquela nossa ida àquele evento. Uma festa, numa casa enorme. Eu andava sobrecarregado de trabalho e não memorizava bem nada que não se relacionasse ao meu interesse imediato. Tinha em mente que foi minha mulher que disse que não podíamos deixar de ir, já que era um grupo de pessoas de interesse para o nosso trabalho de consultoria. Empresários e gente bem relacionada. Mas não acontecia em nossa cidade. Recordo-me que chegamos de carona no carro com um casal de conhecidos, mas também não me lembrava de onde saímos. Eu sempre atribulado com prazos e compromissos, minha memória daqueles detalhes era confusa. Chegamos numa mansão que ficava em uma região muito interessante, uma espécie de estradinha que serpenteava na encosta da serra, um bairro nobre e distante da grande capital. E percebemos na festa várias dezenas de pessoas bem vestidas mas não toaletes, e na verdade a gente conhecia poucos deles, embora fôssemos muito bem recebidos por todos. Havia vários ambientes na casa, era de tarde, logo na entrada tinha um pátio enorme com piso de pedra, com uma piscina grande ao centro e muitas mesinhas e cadeiras em volta. Noutro pátio lateral, com uma varanda comprida vimos mais mesas e cadeiras. Casais alegres circulavam com descontração pelos ambientes. Duas salas grandes e mais outras três salas menores eram os ambientes mais movimentados. E as pessoas se misturavam por ali. Na sala principal havia uma mesa bem grande com um buffet de salgados e ... canapés e outra com copos, baldes de gelo, pilhas de pratos e talheres de plástico. As pessoas se serviam de bebidas no bar a um canto. E a música era difundida por um sistema interno de som. Tomamos vinho e provamos uns salgados. Não me lembro de ter visto garçons. Parecia um evento de congraçamento ou encontro social. Aos poucos fomos travando contato com outros convidados e as conversas fluíam, as pessoas se apresentavam voluntariamente e demonstravam simpatia procurando facilitar nossa integração. Eram em média mais jovens do que nós, mas havia alguns casais que regulavam de idade com a gente. Vi pessoas acima dos quarenta e até cinquenta. Os papos foram ficando interessantes e o clima da festa parecia muito simpático. Tomamos mais alguns drinques e a conversa ficava animada. Até que uma das mulheres, uma loira atraente, se ofereceu para levar Dandara, minha mulher, para ir ao toalete e eu continuei batendo papo animado com um grupo na sala principal. E não sei precisar quanto tempo se passou, mas achei que Dandara demorava a voltar. No início achei que estivesse conversando com outros amigos que encontrou pelo trajeto. O casal que conversava comigo estava bastante interessado no assunto que falávamos e eu não tinha como dispensá-los. Tenho uma vaga ideia de que o papo era sobre os relacionamentos dos casais jovens, mais abertos e liberais. A sensação que tenho é que passou mais meia hora ou até mais. Foi então que reparei, olhando pela janela, que no pátio em volta da ...
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