1. SEXO ENTRE MÃE E FILHO: UM TABU PROIBIDO.


    Encontro: 08/06/2017, Categorias: Sodomia, Anal, Orgasmo, Primeira vez, Filho, Mãe, Virgindade, Oral, Incesto, Heterossexual, Autor: Viuvinha, Fonte: CasadosContos

    Quem acompanha meus relatos sabe que sou garota de programa. No primeiro conto está narrado como entrei nessa vida. Se quiserem me conhecer melhor, é só clicar em ¨Viuvinha¨ aí em cima para achá-los. Hoje, mesmo com 38 anos, estou entre as mais solicitadas do site de acompanhantes. Graças às aplicações semestrais de botox, consigo de forma convincente nunca chegar aos trinta. Tenho a pele alva como leite, cabelos negros, longos e lisos. Seios e nádegas isentos de silicone. Muitos clientes dizem que simpatia e jeito de menina os cativa. Faço muito sexo. Como profissional, tento ser boa na cama já que a concorrência é grande. Com o tempo, a arte de simular orgasmos foi aprimorada. Quase todos acreditam ter me levado ao clímax. Nem sei bem porque escrevo aqui. Um pouco para justificar a mim mesma essa opção de vida. Outro tanto que satisfaz o ego. Também como forma de desabafo, já que aos olhos da sociedade, sou uma senhora ¨direita¨, distinta e batalhadora tentando criar os filhos. Sexo abundante e por dinheiro também enjoa. Me assusta ver que ajo cada vez mais como rotina. Começa com a produção esmerada na aparência e vestuário. Desnudar de forma provocativa e sensual. As perguntas de praxe e quando indagada, respostas repetitivas. O ato mecânico simulando prazer ao ser tocada e retribuir beijos. Vestir um pênis com preservativo fazendo oral. Posicionar para ser possuída conforme a preferência do parceiro. Soltar gemidos que excitam, recebendo estocadas. Como estivesse ... transando com o homem mais gostoso do mundo. Vivendo nesse ambiente, vemos e ouvimos coisas bizarras, inimagináveis. É raro, mas tenho orgasmos com alguns parceiros. Às vezes fico assustada comigo mesmo, com a facilidade de fazer sexo representando um personagem, uma outra pessoa. Nem sei se deveria narrar um fato que vivi. Começou com certas atitudes do Fabiano, meu filho mais velho. Arredio, quieto, vivendo mais no mundo cibernético que real. Sempre no celular ou em jogos no computador. Evitando meus beijos que sempre foram selinhos na boca desde a infância. A princípio achei normal, fase que todo adolescente passa. Como usar o banheiro com as portas trancadas, o que nunca fizemos. O mais novo sempre toma banhos demorados, alvo das minhas reprimendas pelo gasto excessivo de água. Ultimamente, o Fabiano conseguia ser mais demorado ainda, causando estranheza. O que chocou foi achar na lixeira um preservativo cheio de esperma. O que que era aquilo? Apesar de ser natural, na hora deu um branco na mente ao constatar que meu menino tinha virado adulto, um macho com capacidade reprodutiva. A gente sempre os consideram eternas crianças. Fiquei sem ação, segurando o impulso de chamá-lo para perguntar o que era aquilo. Ou se devia ignorar e fingir que não tinha visto, a atitude mais correta. Acabei errando: - Fabiano, venha cá! - O que foi, mãe? Quando ele entrou no banheiro, bastou olhar seu rosto corado para saber. - O que foi, mãe? - Isso, ó! Disse segurando a camisinha usada. - Isso... ...
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