1. Punheta e boquete podem ser considerados traição?


    Encontro: 08/06/2017, Categorias: Traição / Corno, Oral, Punheta, Heterossexual, Autor: Punheteira, Fonte: CasadosContos

    Olá, me chamo Gisele, namoro um rapaz chamado Lucas. Ele tem 18 anos e eu também. Nós dois fazemos faculdade, porém cursos diferentes e em faculdades diferentes. Me considero uma moça bonita, tenho 1,62, morena de cabelo liso, seios médios e bumbum empinado e bonitinha de rosto. Meu namorado também é muito lindo e eu o amo, e sei que é recíproco, estamos juntos há um ano. Faço faculdade no turno da noite e umas duas vezes por semana volto de carona com um rapaz de outro curso chamado Breno. Volto com ele desde o início do ano, ele tem 20 anos, um rapaz magro, moreno claro e um pouco definido, aparentemente tem 1,75 de altura. Ficamos bem amigos, ele também tem namorada e é um rapaz simpático, conversamos sobre vários assuntos. Mas na semana retrasada, quinta feira, quando ele vinha me deixar em casa, começou a falar sobre relacionamentos e ao decorrer do assunto perguntou se eu já havia traído o Lucas. Eu respondi que não, nunca havia traído ele. A conversa se tornou desconfortável e ao mesmo tempo picante. Ao prolongar da conversa ele disse que me achava muito bonita e pegou em meus cabelos acariciando-lhes. Eu fiquei meio sem reação. Em seguida ele pegou minha mão direita e pôs sobre o seu pau, por cima da calça. Fazia um volume muito grande. Eu tirei e fiquei calada, chocada com a situação. Ele desabotoou a calça e baixou a cueca e deixou a mostra um pau enorme e pediu pra que eu o punhetasse. Eu neguei o pedido e ameacei sair do carro, que estava parado em uma rua sem ... movimento. Ele disse para mim não fazer isso pois estava tarde e era perigoso. E voltou a insistir, disse que aquilo não arrancaria pedaço e que era só para aliviá-lo pois estava estressado.... aquele cacete estava muito duro, apontado completamente para cima, devia ter uns 19 centímetros (bem maior que o do Lucas), algumas veias só que um pouco apagadas, uns pentelhinhos na base, bem ralinhos, era cor de mel bem clarinho, com a cabeça rosadinha completamente exposta e a parte de baixo do prepúcio também. As luzes do painel do carro e os postes da rua iluminavam aquele cacete. Ele exalava um cheiro que estava me hipnotizando, cheiro de piroca, de homem... sua cabeça babava e brilhava chamando por mim. O ar condicionado havia sido desligado, eu estava suando de nervosismo mas minhas mãos estavam geladinhas, o Breno continuava com uma de suas mãos em meus cabelos, ele cuspiu na outra mão e esfregou o cuspe pelo Pau, em seguida pegou na minha mão direita, senti a sua saliva na minha mão. Ele agora falou baixinho: "Bate uma punhetinha pra mim, Gisele". Eu confesso que tentei resistir, gente. Mas a carne foi fraca. Ele puxou minha mãozinha e fez com que ela abrassasse seu mastro, ele deu um gemidinho, disse que minha mão estava gelada. Em seguida soltou e mandou eu começar. Comecei acariciando com minhas unhas, estavam grandes e faziam com que ele delirasse, passei elas por todo o pênis, alisando-o e aumentando o tesão. O saco dele estava completamente contraído. O Pau do Breno ...
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