1. O Cavaleiro Negro do Sertão: mito ou verdade? Final... ou não


    Encontro: 08/06/2017, Categorias: nora, Sogro, Fazenda, Oral, Heterossexual, Autor: jornalista77, Fonte: CasadosContos

    Entramos, agora, no último capítulo dessa história. Três meses se passaram desde que Denise e Ximbica começaram a morar juntos e viver como marido e mulher. Não oficializaram a relação, mas dormiam juntos e Tadeu a chamava de mamãe abertamente. A professora Lu e Laura haviam retomado seu relacionamento e moravam na casa grande, juntamente com o coronel Fernando. Lu dava aulas na escolinha da fazenda e Denise pretendia ajudá-la, mas... Ximbica não gostava nada da ideia e ela não insistia. Contentava-se em ajudá-la em algumas poucas tarefas, que não a deixassem longe de casa por muito tempo. Ia deixar Tadeu, ficava um pouquinho e logo voltava. Apesar de não morar mais com o coronel, ia a sua casa todos os dias e havia se transformado em uma espécie de administradora geral do lugar, tarefa que Fernando desejava muito que seu filho exercesse. Denise cavalgava pela fazenda, fiscalizando o trabalho dos peões, e procurava se manter a par de tudo o que acontecia. Reportava ao sogro todo final de tarde, quando aproveitava para compartilhar sua pinga. Denise adorava suas novas obrigações, porém havia uma que mais lhe agradava: cuidar dos bezerrinhos recém-nascidos. Sempre que uma vaca paria, ela fazia questão de ir checar o bichinho todos os dias, às vezes, mais de uma vez por dia. Ximbica costumava acompanhá-la em algumas dessas ocasiões. Denise estava no curral, ajoelhada ao lado de um bezerrinho, com Ximbica junto. – Ele é muito fofinho, né Ximbica? Nunca pensei que um bezerrinho ... fosse tão gostoso assim – disse ela. – É sim. E ele adora seus carinhos – respondeu, abraçando-a por trás, beijando seu pescoço e procurando seus seios. – Ximbica, o que você está fazendo? – perguntou. Ele não respondeu e desceu as mãos para abrir o zíper da calça dela, deitando-a na palha. – Ximbica, para com isso. Aqui, não. Alguém pode chegar e nos ver – pediu Denise. – Qual o problema se verem? Estou com minha mulher – respondeu, descendo a calça dela e a sua. Deitou-se por cima e a penetrou. Começou a fodê-la com vontade e beijar seu pescoço e seus lábios. Metia sem parar e gemia nos ouvidos de Denise. – Vou gozar, minha flor. Vou gozar. Vou gozaaaaaaaaaaaar – gritou e encheu Denise de muita porra. – Num é possível que agora você não tenha pego menino – disse ele, arfando em cima dela. A insistência de Ximbica que Denise engravidasse começava a incomodá-la. Denise queria ser mãe, mas não gostava de ser pressionada e o trabalho na fazenda a preenchia por completo e seria prejudicado por uma gravidez. Ela era nova e sabia que tinha tempo. Ximbica, porém, não entendia, pois acreditava que toda mulher devia ter filhos e logo, se tivesse um homem capaz de “botar-lhe menino”. Laura era sempre a confidente de Denise. – Oi, Laurinha. Tudo bom? – cumprimentou na varanda da casa grande. – Olá, senhora Xavier. Como vai, minha linda? – respondeu, usando o sobrenome de Ximbica, Luis Augusto Xavier. As duas se abraçaram e se sentaram no balanço onde costumavam namorar. – Como vai a vida ...
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