1. Clube de Natação


    Encontro: 06/06/2017, Categorias: Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Oral, cunete, Sexo, natação, Autor: Sr. D, Fonte: CasadosContos

    Olá, eu sou o Bruno e vou relatar para vocês uma cena que aconteceu comigo. Não sou muito de contar o que acontece comigo e com meus parceiros, mas achei esse momento tão foda que quero compartilhar. Eu sou de Salvador – BA, tenho 17 anos e estou no terceiro ano do ensino médio. Moro à beira-mar na orla da Pituba e sempre gostei de praia e sol. Sou moreno, queimado do sol, possuo cabelos pretos que mantenho sempre curtos e olhos verdes. Tenho altura mediana e sou magro, com o corpo trabalhado somente pela natação que faço três vezes por semana, em um clube. O conto começa justamente lá, com um cara que faz natação comigo. Na verdade não é bem um “cara”, mas um adolescente como eu. Ele tem 16 anos e é branco, quase um copo de leite. Olhos escuros, cabelos pretos e lisos, também magro. No meu primeiro dia de aula nesse clube, ele me chamou atenção; eu faço natação lá desde que era pequeno, já ele, era o primeiro mês de aula. O que me atraiu nele foi o olhar, juro por Deus, apesar de o corpo ter me atraído também. Ele é um magro não definido, mas tem o abdômen meio trincado, a única coisa que poderia remeter a uma academia. Nos olhamos discretamente da primeira vez que fomos apresentados pelo professor, e eu fiquei bastante animado. – Bruno, esse é o Victor – disse Iago, professor de natação. – Prazer, Victor – eu disse para o garoto, dando um riso e estendendo a mão, a qual ele apertou. – Prazer – respondeu ele. – Victor, eu tenho orgulho em dizer que o Bruno é o melhor ... nadador dessa turma – falou o professor. – Para com isso, Iago – eu reclamei. – Parabéns então, Bruno – disse Victor. Achei que ele iria parar por ali, mas continuou: – Eu também era considerado o melhor no antigo clube onde eu nadava. – Ah, é mesmo? Chegou a participar de alguma competição? – cruzei os braços e olhei pra ele com um sorriso de canto de boca. – Participei somente de três, obtive medalha em duas delas – ele respondeu. Iago observava nossa conversa. – Eu já participei de várias competições, mocinho – eu rebati pro novato. – Tenho três medalhas de ouro, cinco de prata e duas de bronze. Você pode contar por aí, se quiser, mas também entram as competições fora da Bahia, que já participei. – E não tem nenhuma medalha lá de fora? – ele perguntou. – Não, não estou no nível dos outros competidores, que querem seguir carreira na natação mesmo – falei. – Eu nado por hobby, porque gosto. Jamais faria disso minha profissão. – O que é uma pena, porque estamos perdendo um ótimo atleta – disse Iago, sorrindo. Depois, o professor bateu no ombro de nós dois. – Mas agora vamos começar a aula, depois vocês continuam com o duelo de campeões. Fiquei meio envergonhado pelo que Iago disse, porque minha intenção não tinha sido desafiar Victor. Eu só estava conversando, ora essa, mas pensando bem, eu bem que gostaria de competir com ele, pelo menos nas aulas. Seria uma competição amistosa. Me afastei dos dois e fui em direção a minha mochila; tirei a roupa e coloquei minha touca e óculos, ...
«1234...8»