1. B - O namorado safado da vizinha


    Encontro: 04/06/2017, Categorias: trabalhador, Virilidade, barba, pêlos, Obediência, Submissão, LADO B, Bareback, sem camisinha, estudante, Futebol, Vizinha, Consolo, Álcool, abstinência, seca, MACHO, pés, reflexoterapia, massoterapeuta, Massagista, Massagem, piranho, cafajeste, canalha, Safadeza, adultério, Traição / Corno, cássio, jean, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: André Martins, Fonte: CasadosContos

    Sou o Jean. Moro com a minha mãe num bairro do subúrbio da zona Norte do Rio de Janeiro desde pequeno. Meu pai não aceitou a gravidez e nos abandonou logo que descobriu. Com a ajuda da minha avó, que cuidou de mim desde sempre, hoje ela nos sustenta e é dona de um restaurante na região do centro, trabalhando de segunda à sexta. Sendo assim, fui criado por uma família pequena e feita basicamente por mulheres, tendo que trabalhar desde cedo, o que me garantiu certa liberdade. Os poucos homens que conhecia normalmente eram mais velhos e isso teve total interferência na minha mente e nos meus gostos. Apesar de ter crescido no mesmo lugar, só conhecia os vizinhos e vizinhas de nome e vista. No final da adolescência, quando estagiava por conta do curso técnico, chegava em casa em torno das 17h, aprontava a janta e ia estudar alguma coisa. Quando não, lia algum livro e fumava uns cigarros na varanda, hábito que desenvolvi com minha avó, e de onde passei a observar alguns caras. Nossa casa ficava em cima da casa dela, perto da esquina da rua, em frente a um campinho onde todo domingo os marmanjos e jovens dali organizavam alguma pelada. Eu já sabia bem o que eu era e o do que gostava, então não me importava de ficar observando os caras. Não manjava na cara de pau, mas admirava de longe. O que mais me chamava a atenção era o Cássio, um rapaz claro, de cabelo escuro e curto, rosto marcado pela barba e sobrancelhas grossas e bastante pelos nas pernas. Ele devia ter uns 20 e tantos, ... quase 30 anos, e estava com tudo em cima. Até mesmo por conta do futebol de sempre, fazia o tipo parrudo, com largo peitoral e pernas grossas, desses que não é gordo, é "forte". Não morava na minha rua, mas namorava uma menina que morava mais à frente, depois da minha casa. Por conta disso, era comum vê-lo chegar do trabalho, ainda de uniforme, e ficar aos beijos com ela no portão, até ir embora. Fora isso, também o via nos churrascos que a família dela fazia na rua. Apesar da cara de sério, ele era divertido, do tipo que fala com todo mundo. Meu envolvimento com o Cássio começou num domingo de dezembro, do nada. Eu estava fumando na varanda, atento ao jogo, quando vi o momento exato em que seu tornozelo sofreu uma entorse. Fazia técnico em massoterapia, então poderia ajudar, mas seus amigos logo o socorreram e o levaram à casa da namorada para ser tratado e levado ao médico. Nesse dia só conseguia pensar nele, mais até que o normal, mas não poderia realmente fazer muita coisa, até porque pra ele eu deveria ser um estranho. No dia seguinte sai mais cedo do curso e, pra minha surpresa, dei de cara com o Cássio no ponto de ônibus onde desço sempre, perto de casa. Ele estava apoiado no ferro, com o pé torcido sem tocar o chão e uma expressão de dor no rosto, que me fez oferecer ajuda. - Você tá bem? - perguntei meio sem graça. - Rapaz, eu torci o pé ontem jogando bola, agora tá dolorido. - ele respondeu, esticando a calça social e me indicando qual pé doía. Só aí notei que ele tava ...
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