1. Na cama com meus cunhados: três momentos


    Encontro: 02/06/2017, Categorias: Oral, Sexo Anal, adultério, Dupla penetração, cunhado, Heterossexual, Autor: Anascimento, Fonte: CasadosContos

    Na cama com meus cunhados: três momentos I – Entre os dois: a dupla penetração Vou começar minha história pelo momento mais delicioso dela. Estava lá na nossa cama de casal, entre as paredes do nosso quarto, dentro da nossa casa, mas não estava com meu marido. No lugar dele não um, mas dois caras que me faziam derreter de tesão. E eu entre eles, prensada, pele na pele. O cara de baixo com o pau todinho dentro da minha buceta, dando leves estocadas que me faziam sentir o saco dele roçando em mim. O cara de cima comia sem dó meu cuzinho, batendo suas coxas na minha nádega enquanto apoiava uma das mãos na cabeceira da cama e jogava o peso do corpo sobre mim. Me sentia toda invadida e preenchida. Embora a dor fosse frequentemente incômoda, o tesão proporcionado por aquela situação e pela identidade dos meus parceiros me levava a um prazer absurdo. Estávamos naquela brincadeira há um tempinho já. E ela era a coroação de tudo que havíamos feito naquela tarde de sábado. Eu beijava loucamente um deles, em meio a gemidos, enquanto sentia o outro arfar um bafo quente na minha nuca. Me sentia uma vadia. O cara de baixo, quando passei a morder o pescoço dele, disse para o outro: “Mano, vamos fazer o que ela quer. Quando tiver pronto pra gozar, dá um toque, que a gente vai gozar ao mesmo tempo nesta delícia de vadia, não é cunhadinha?”. Eu olhei para ele, mordi os lábios de tesão e respondi: “Quando quiserem, sou todinha de vocês!”. O cara que comia meu cuzinho não vacilou: “Então ... prepara aí que vai ser agora. Vamos encher essa vadia de porra!” E completou “Cunhada gostosa!”. Enquanto um começou a dar estocadas na minha bucetinha da forma como era possível, o outro acelerou e começou a foder meu cuzinho com mais vontade. Ouvia as batidas da coxa no meu bumbum e aquele barulho foi me deixando louca. Comecei a gemer, e eles também. A coisa foi ficando cada vez mais intensa até que o primeiro gozou na minha buceta. Não estávamos usando camisinha, então senti a porra escorrer pela minha buceta e o pau melado dele entrar e sair com mais facilidade. Enquanto ele gemia e falava um monte de coisas desconexas, o segundo segurou bem firme na minha cintura e gritou: “Lá vai, vadia, sente a pressão da porra no seu cuzinho!” Senti uma pressão a mais, um pouco mais de dor e depois um silêncio dos dois. Os paus pulsavam dentro de mim e a porra escorria tanto do cuzinho quanto da buceta. Comecei a sentir tudo ficar molhado lá embaixo. O cara que estava por cima saiu e, em seguida, eu levantei e tirei o cara que estava por baixo de dentro de mim. Passado o tesão do momento, me senti toda mole e cansada. Despenquei na cama, ao lado do cara que tinha comido a minha xana enquanto o outro me olhava ajoelhado na beira da cama, com cara de cansado. “Vem pra cá, deita aqui do meu ladinho!” – pedi para o cara que estava ajoelhado. Ele não hesitou. Deitou-se do outro lado e ficamos ali, os três juntos. Fez-se um breve silêncio, então tornei a falar: “Vocês mandaram superbem, era ...
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