1. ENCOXANDO MAMÃE ACIDENTALMENTE


    Encontro: 01/06/2017, Categorias: Heterossexual, Incesto, Mãe, Encoxada, Vaginal, Anal, Autor: Jeca80, Fonte: CasadosContos

    Meu nome é David e o nome da minha mãe é Marly. Tenho 16 anos e não sou nenhum atleta e minha mãe tem 48 anos e não nenhuma deusa. Nós temos alturas bem parecidas, eu tendo um 1,66m e ela 1,65m, ambos somos brancos, cabelos castanhos e estamos dentro do peso adequado ao nosso tamanho. Mamãe, além de mim, tem outros dois filhos, que são mais velhos que eu e não moram mais em casa, um porque já casou e outro porque faz faculdade em outra cidade. Papai se separou de mamãe há uns oito anos e vive com outra família, todavia, não rancor, raiva ou constrangimento com a nossa convivência. De forma que eu e mamãe moramos sozinhos em uma casa na zona norte da cidade. Diferentemente do que podem pensar, eu nunca tive nenhuma tara por mamãe e ela sempre foi uma senhora conservadora no que veste e como se comporta. Todavia, essa história toda começou quando numa manhã de sábado fomos ao centro da cidade para comprarmos algumas roupas para mim. Pegamos um ônibus lotado e acidentalmente eu me posicionei por trás da mamãe, sem nenhuma intenção má ou boa. O ato foi fortuito. O percurso até o centro demorou e o ônibus encheu mais ainda, de modo que eu colei totalmente na minha mãe e com o balançar do veículo acabei, instintivamente, tendo uma ereção. Minha mãe, segurando uma barra de ferro à frente, não esboçou reação alguma e eu que tentei no início esconder, acabei por aproveitar um pouquinho acreditando que ela sequer notava o volume pressionando sua calça lycra na altura da fenda do ... bumbum. Ao chegarmos ao centro e com muita dificuldade conseguirmos descer do ônibus, foi que percebi que mamãe estava sentindo meu pau duro em seu bumbum, pois quando descemos ela rapidamente se virou para trás e olhou na direção da minha bermuda. Eu gelei, achei que ali fosse receber uma bronca, mas a bronca não veio. Na volta, outro ônibus cheio e eu já desconfiado não ousei ir para trás, mas ela me orientou dizendo no meu ouvido: “Protege aí minha retaguarda, não quero que fiquem roçando em mim.” Fui para trás dela e fiquei quieto, mas discretamente ela encostou em mim e a cada freada ela me empurrava contra o final do ônibus. Rapidamente meu pau deu sinal de vida e endureci. Algumas vezes também discretamente mexi no meu pau de modo a deixa-lo com a ponta virada para a fenda do seu bumbum e ela aproveitava as estocadas das idas e vindas do ônibus. Ao descermos, novamente ela me olhou em direção à braguilha da bermuda. Seguimos para casa. Lá, mamãe entrou no banheiro do seu quarto para banhar-se, mas diferentemente do que fazia costumeiramente, deixou as portas abertas, tanto do quarto quanto do banheiro. Eu fiquei no sofá da sala, meio bambo, meio tonto com o que acontecera. Para mim era surreal o que eu vivenciara a partir de então. Nunca imaginara que aquilo pudera acontecer, mas também nunca havia conseguido tocar uma mulher com a aquela permissividade. Com as meninas da escola e algumas paqueras, no máximo, uns beijos e uns amassos truncados pelas atitudes defensivas ...
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