1. O Cavaleiro Negro do Sertão: mito ou verdade? FIM


    Encontro: 28/05/2017, Categorias: Oral, Anal, Fetiches, Bissexual, Lésbicas, ménage, Sogro, nora, Fazenda, Heterossexual, Autor: Jornalista77, Fonte: CasadosContos

    Denise e o coronel Fernando desabaram na cama, encharcados de suor, após mais uma trepada fantástica. - Você vai me matar, menina. Não tenho mais idade pra essas coisas - disse ele, arfando. - Imagina se tivesse. Minha boceta fica em carne viva sempre que transamos - respondeu. - Você é gostosa demais e eu não me controlo. Espero que não tenha machucado seu potrinho - falou, acariciando a barriga de grávida da garota. - Nosso potrinho ou potrinha. E é nosso ou já mudou de ideia? - perguntou ela, fazendo Fernando se virar de lado e olhá-la nos olhos. - Não sou homem de mudar de ideia, mas você ainda não respondeu se aceita se casar comigo. Quero deixar essa fazenda pra você e ele - afirmou o coronel. - Não estou preocupada com a fazenda, você sabe disso. Não respondi a sua proposta porque você se recusa a falar naquele assunto. Já faz dois meses que você me pegou no ônibus, vestido de Cavaleiro, me trouxe pra casa e se recusa a conversar - disse Denise. Como ela disse, recapitulando, o Cavaleiro Negro parou o ônibus onde ela viajava para se encontrar com Ximbica, na estrada, e a colocou na garupa. Ao montar, Denise viu que era o coronel usando a roupa. Ele a levou de volta para a casa grande e, desde então, têm vivido como marido e mulher. Fernando aceitou assumir o bebê que ela esperava, como se fosse seu, e lhe propôs casamento. Denise estava apaixonada por ele, mas queria saber a verdade sobre o Cavaleiro. - Tudo bem. Vamos lá. Aquela roupa preta é minha. Eu comprei há ... muitos anos. Eu e minha Madalena vimos o filme do Zorro e ela adorou. É um filme antigo, do começo do século, e ficou doida pelo ator, um tal Tirone alguma coisa (Tyrone Power e o filme é A Marca do Zorro, deAí, passei a usar a roupa como se eu fosse o Zorro. Até espada eu usava. Aparecia pra ela quando menos esperava, a botava na garupa e cavalgávamos juntos. Acabávamos nos deitando por aí, nas moitas, na beira do riacho e ela não deixava eu tirar a fantasia. Nessas horas, minha Madalena parecia uma das mulheres de currutela. O Eduardo foi feito num desses dias. O tempo passou, ele foi crescendo e eu fui deixando a brincadeira. Há muito tempo, não usava a roupa - contou. - Então, o homem que me seduziu não era mesmo você? - perguntou Denise com ar de decepção. - Não e não sei quem era. Essa coisa de tocar berrante, fumaça, eucalipto, isso eu nunca fiz. Devia ser coisa do Ximbica. Ele sabia que eu guardava a roupa no barracão e tinha a plantação de eucalipto - respondeu. - Mas, isso não prova nada, Fernando. Qualquer pessoa poderia entrar ali - argumentou ela. - Por que isso é importante? Já passou. Você não precisa mais dele. Esquece e vamos viver nossa vida - falou o coronel. Voltaram a se beijar e transaram novamente. Denise e o coronel se casaram duas semanas depois, em uma cerimônia grandiosa na fazenda. Foram convidados vários coronéis de fazendas próximas e todos os empregados, sem exceção. Fernando quis fazer uma festa inesquecível e conseguiu. Laura e Lu, logicamente, ...
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