1. Fazendo caridade com o faveladinho


    Encontro: 28/05/2017, Categorias: Anal, sexo selvagem, Sexo, favelado, favela, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: Alexx, Fonte: CasadosContos

    Bom, me chamo Alex tenho 21 anos e sou de Vitória - ES. Nos contos antigos eu sempre frisei minha bunda pq eu achava bem parecida com a do ator porno Rafael Alencar. O fato dela ser empinada talvez... Mas minha bunda é bem grande. Tanto que as vezes eu posto no snapchat e a galera confere. Se quiserem tirar a dúvida o snap é LoveHardCocks adicionem lá. Vamos ao conto. A umas 2 semanas atras eu fui pra balada e voltei mais cedo por não estar me sentindo bem. Peguei o taxi e ele me deixou na avenida principal, meu prédio fica de frente pra praia, mas a entrada não é de frente. Eu paguei, desci do taxi e fui andando pra entrada. Quando tava na rua do lado do meu prédio vi um garoto sentado com a mão no abdômen, cabeça abaixada, boné de aba reta, sem camisa. Eu tava com medo, mas mesmo assim fui falar com o rapaz pra perguntar se ele tava bem. Ele tava com uma bermuda tactel vermelha, meio surrada. Me aproximei e perguntei se ele tava bem. Ele levantou a cabeça e disse que sim. Perguntei se ele tava com dor de barriga pq ele estava com a mão no abdômen. Ele tirou a mão e disse que tava fugindo pq ele tava na rua com os amigos e foram baleados, e nele o tiro passou de raspão na barriga. Ele deve ter andado mto, pq a comunidade onde ele morava não era perto. Pedi pra olhar não tava sangrando, mas tava em carne viva. Perguntei se ele queria ir na minha casa pra eu fazer um curativo. Ele disse que não precisava e perguntou se eu não tava com medo dele. Falei que não, e insisti de ... novo pra ele ir pra eu fazer um curativo. Ele topou, pedi pra ele ficar na porta da garagem do prédio pro porteiro não ver ele entrando comigo. Depois apertei o interfone e pedi pro porteiro abrir a porta da garagem. Entramos, entramos no elevador e subimos. Ele tava muito tímido, peguei uma toalha e mandei ele tomar banho. Ele era moreno, baixo, magrelo, mas com abdômen definido, bonito até. Ele tomou banho e eu peguei éter, algodão, esparadrapo, gaze, e um comprimido pra dor. Bati na porta pra entregar o sabão de coco pra ele limpar a ferida ele abriu todo molhado, meio que se escondendo atras da porta. Ele saiu do banho com a mesma bermuda. Perguntei se ele não queria um samba canção ou uma outra roupa qualquer e ele disse que não. Sentei ele no sofá de pernas abertas e ajoelhei no chão na frente dele. Comecei a cuidar do machucado e meu braço ficava sarrando na rola dele, óbvio que de propósito. A bermuda dele tinha cheiro de suor, um pouco de cheiro de mijo. Olhei pra ele enquanto fazia o curativo, ele tava vidrado olhando pra minha boca. Eu mordia os labios e ficava umedecendo com a lingua. Quando eu coloquei a gase e o esparadrapo ele pegou a mão e passou o dedo na minha boca. Enfiou o dedão nela e eu chupei bem suave. Já sentia um volume crescendo na bermuda dele. Ele puxou minha cabeça e na direção do pau dele. Fiquei sentindo aquele cheiro de macho maravilhoso, pena que ele tinha tomado banho pq senão a rola também estaria com um cheiro de macho muito bom. Eu fungava, ...
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