1. COMO IRMÃ DULCILENE CONHECEU PASTOR CHARLES


    Encontro: 26/05/2017, Categorias: bunduda, Bem dotados, evangélicas, Curra, scat, pastor, Irmã Ducilene, Anal, crente, Grupal, Autor: OGÓ PRODUÇÕES, Fonte: CasadosContos

    Dulcilene ou 'Irmã Dulcilene' como já era conhecida em sua congregação, já estava há um pouco mais de dois anos no caminho do Senhor e há alguns poucos meses naquela que era uma das muitas sedes ou 'franquias' da 'Igreja Transversal do Reino da Graça', uma espécie de 'genérica' de uma grande igreja que existe por aí e da qual o pastor dirigente era o conhecido pastor Charles Larípio. Um líder religioso que apesar de fervoroso, era também controverso e em nome de sua fé e religião não media esforços e nem atos em prol do bem maior de seu 'rebanho'. No alto de seus 22 aninhos, a 'Irmãzinha Dulcilene' vinha de uma vida bem sofrida até antes de se converter. Aquela linda moreninha de traços levemente indígenas, cabelos longos, negros e ondulados, seios fartos e pontiagudos e dona de uma bunda ou uma 'lomba' divina e deliciosamente torneada e farta, desde muito cedo sofrendo nas mãos de um pai alcoólatra, já chegou a se prostituir quando ainda morava na cidade de Campos dos Goytacazes no interior do estado. Ela não tinha nenhum problema em falar de seu passado negro que era amplamente abordado e confessado nos testemunhos e pregações que a mesma dava quando recebia a sua oportunidade de subir até aquele púlpito. E sua falta de inibição ou até mesmo de 'escrúpulos' devido a uma certa 'inocência' adquerida pela pesada conversão ou levagem cerebral que sua mente havia sofrido, fazia com que a mesma falasse com riqueza de detalhes, dizendo como e onde(qual orifício) ela era ... penetrada quando se prostituía ou era estuprada pelo próprio pai bêbado. Era nítido, apesar do escândalo que aquilo provocava, uma certa excitação de alguns 'varões' sentados naqueles bancos, principalmente aqueles mais próximos do púlpito onde eles 'lambendo seus beiços' podiam observar aquelas leves saias evasês ou em crepe daquela jovem varoa a flamularem com o vento dos ventiladores enquanto a mesma extasiadamente pregava. Mas ao ver tal extrapolação daquela beata, muito sem graça, Pastor Charles 'de vez em sempre' precisava tomar o microfone da mesma e assim, gentilmente pedí-la para que ela retornasse para o seu banco. Assim que chegou à capital, conheceu Genivaldo Peixoto, construtor civil, filho de imigrantes nordestinos e que assim que encontrou aquela linda moreninha com aquele sotaque interiorano 'meio mineiro meio capixaba', com aquelas saias longuetes que se ajustavam perfeitamente a seu corpo e àqueles quadris maravilhosos, logo se encantou e tratou de se amasiar com a mesma, indo morar de aluguel numa 'jeitosa' casinha do subúrbio. Genivaldo não era crente como Irmã Dulcilene, mas não se incomodava da mesma ter a sua religião e de às vezes até ficar mais naquela igreja do que em sua própria casa. Mas com o tempo, o religiosismo ou 'fanatismo' de Irmã Dulcilene acabava por complicar o casamento daqueles dois. Suas frequentes e incessantes idas até a congregação, suas pregações foras de hora e que não poupavam nem o pobre do Genivaldo, além daquele pesado fanatismo da ...
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