1. Rabada do final de semana


    Encontro: 26/05/2017, Categorias: corninho, Putaria, Interracial, negão, Anal, Traição / Corno, Heterossexual, Autor: Mulher Picanha, Fonte: CasadosContos

    A semana passou voando... Comprei a rabada e todos os ingredientes necessário, o corninho comprou muita cerveja e whisky, além de uns petiscos. Na quinta-feira eu fui no salão acertar cabelo, unha, pele e depilação. No sábado eu acordei cedo, tomei um bom banho e me arrumei. Bem simples... Lápis no olho e batom na boca. Um top branco soltinho e uma saia azul escuro no meio das coxas. E claro, saltos, pois sou uma tampinha que mal chega a 1,60m. Fui para a cozinha, liguei o rádio em um samba, e me pus a trabalhar. Tinha comprado muita rabada, bastante agrião, pimenta, dendê, batatas. E comecei a fazer um arroz branquinho, um feijão carregado, e uma bela farofa de banana. Assim que meu marido acordou mandei logo ele ir fazer um tanto de caipirinha, que eu adoro! E veio se encostando em mim com o pau duro enquanto eu rebolava com a música. Apalpou muito a minha bundona, levantou a saia, afastou o fio dental para o lado, se abaixou e caiu de boca na minha bunda! Chupou devagar, com muita baba... Depois apontou o cacete e meteu enquanto eu me segurava na pia. Quando ele foi gozar, me abaixei e bebi o leitinho todo dele. O corninho estava em ponto de bala! Depois ele foi para a sala e foi ver televisão, mas de vez em quando vinha e me dava uma metidinha, uma chupada nos seios, na bunda ou me botava para dar uma chupada no pinto duro dele. E eu sambando e tomando caipirinha já estava mais do que pronta! Lá pelas onze toca a campainha e era o Antônio. Fui correndo atender e ... recebê-lo aos beijos. Beijei tanto que senti o mastro dele acordar. Peguei pela mão e levei até o sofá e me sentei ao lado dele. Continuamos nos beijando alheios ao meu maridinho. Ansiosa, abri as calças dele para libertar o monstrengo, que imediatamente abocanhei e comecei uma mamada espetacular! Mamei até deixar lustrada e tinindo... No instante seguinte eu montei de costas para ele e sentei, afundando o meu cuzinho na pirocona dele até o talo, entrou que nem quiabo... - Gata... Que cu é esse? Comecei a cavalgar no meu macho mastigando o pintão dele. Cavalguei com força, socando a bunda sem dó... Dando bundadas cada vez mais rápidas... Mais fundas... Até gozar aos berros. Ele sacou a pica do meu cu e espirrou a porra dele toda no meu rosto me lambuzando inteira, mas, na mesma hora o meu maridinho, que estava vendo tudinho e batendo uma punhetinha, se aproximou, me catou pelos cabelos e gozou na minha cara também. Delícia... Me limpei que nem gatinha, me ajeitei e voltei para a cozinha, peguei cerveja, copos e uns petiscos, botei em uma bandeja e fui levando para a sala. Vim rebolando que nem puta e curvando o corpo, e empinando a bunda, coloquei a bandeja na mesinha de centro da sala. - Amor, esse é o Antônio... Antônio, esse é o meu marido. Eu vou voltar lá para a cozinha terminar o almoço e vocês fiquem à vontade aí, tá? Tem de tudo aí para vocês assistirem enquanto o almoço não sai. - Tirei a calcinha e dei ela na mão do meu marido com um sorriso de piranha estampado na cara - ...
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