1. Minha reeducação – parte 11


    Encontro: 23/05/2017, Categorias: Com Fotos, Sadomasoquismo, Autor: Kyllee, Fonte: ContoEroticoComBr

    Já no consultório dele, deitada numa espécie de maca, estava com soro na veia, tomando medicamentos, sem poder opinar. Simplesmente minhas roupas foram tiradas, fui lavada, pois não estava mais com dores na barriga. Estava lá, leve, como se tivesse tomado algum relaxante, mas ainda lúcida. Meu médico, meu macho, meu monstro estava vestido como tal, e falava comigo sobre uma transformação. Aos poucos, a ficha ia caindo e ia entendendo o absurdo que estava acontecendo ali. Ele iria de fato de transformar em menina, não agora no comportamento, mas fisicamente. Apavorei-me com aquilo. Eu era um menino. Apesar de gostar de usar calcinhas e me vestia como uma garotinha, eu ainda era um menino. Talvez indeciso, mas era menino. Uma ação assim seria sem volta. Era uma decisão muito pessoal…por vezes tentei uma reação, mas amarrada na maca, com medicamento calmante, estava à mercê daquele monstro. LEMBRAVA-me o porquê eu fui vestir aquela calcinha socada em minha bundinha e fui com ela para o clube. O que eu tinha na cabeça em ir nadar com uma sunga e por baixo com uma calcinha minúscula. Para meu azar, precisei refazer meu exame médico e para completar, precisei tirar a roupa para o médico, quando ele percebeu minha inocência e meus desejos. Dali até este momento, eu havia assinado meu testamento de garotinha, sendo abusada em todos os sentidos para satisfazer aquele homem. Agora, indefesa, não tinha saída, a ser não gritar ou chorar… Meu choro, como uma menininha assustada, foi ... percebida pelo médico, que veio me conter. Estava peladinho na maca, com os braço e pernas amarrados nas barras de metal da cama. O cafajeste veio perto de mim e disse… (ele) – Calma gatinha. Você vai me agradecer por isto ainda. Você não gosta de usar calcinha? Você não gosta de mamar uma rola e cavalgar em uma como uma putinha? Eu vou te ajudar nisto, realizando sua vontade e te fazendo minha garotinha. Eu chorava. Eu não tinha reação. Não conseguia me soltar dali e não tinha ninguém por perto para me ajudar. O choro, em vão, era o que me restava. (ele) – Agora preste atenção que eu vou lhe explicar o que vou fazer contigo. Eu quero você atenta, olhando para mim sem chorar. Nisto, ele começa a acionar algum mecanismo na maca que a fazia ficar na vertical. Ele acionou esta regulagem e me deixou quase que em pé. Como estava muito bem amarrada, nem me mexi quando fique em pé. Ele chegou bem perto de mim e me desferiu um tapa. (ele) – Chega de chorar sua putinha. Chega. Agora preste atenção. Se você se comportar eu vou deixar algumas decisões para você. Mas tem que ser uma putinha bem obediente. Ele então liga uma espécie de projetor e começa a exibir as modificações que faria comigo. Imóvel, sem reação, apenas escuto atentamente. (ele) – Primeiro, para evitar qualquer possibilidade de algum desconfiar que você tem algum machinho em seu ser, eu vou operar suas cordas vocais. Vou realizar um procedimento, muito comum no exterior, que afina suas cordas vocais, de forma que sua voz ...
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