1. A fresta


    Encontro: 22/05/2017, Categorias: Exibicionismo, Masturbação, Voyeur, Filho, Mãe, Heterossexual, Autor: poutzfaunus, Fonte: CasadosContos

    Lembro que tudo isso aconteceu logo que mudamos para a casa nova, que era simples, mas com um enorme quintal nos fundos, junto à encosta, bastante arborizado. O terreno era cercado de muros altos, daqueles com cacos de vidro em cima. Goiaba, manga, limão, banana, figo, romã e jabuticaba: tudo isso tinha no pomar, se bem me recordo. Meu pai arranjou um monte de lata velha para minha mãe plantar as plantinhas dela. Ela gostava de flores. A casa não era grande e eu achei muito esquisito que o banheiro ficava do lado de fora, na área de serviço. A gente saía pela porta da cozinha, que dava no quintal dos fundos, e virava à esquerda. Depois do tanque de lavar roupa tinha o banheiro. Era pequeno, guardado por uma porta de madeira, velha e carcomida. Fui para o colégio novo e fiz novos amigos. Joguei bola com os moleques na rua. Depois do banho, fui dar uma volta no quintal. Passei um bom tempo vendo as árvores, examinando se dava para subir em alguma delas, observando as formigas no chão, os besouros exóticos, essas coisas. Foi então que aconteceu aquilo que mudou completamente a minha vida: lá dos fundos, escutei a porta do banheiro abrir. Vi minha mãe saindo, nua. Torcendo os cabelos molhados, os grandes peitos expostos, os pelos pretos da xereca à vista. Molhados, também. As coxas, as pernas: ela estava completamente nua. Me escondi atrás de uma árvore. Fiquei observando, encantado. Perturbado. Me deu uma coisa esquisita no peito. Como se eu estivesse com água na boca, mas só ... que dentro do peito. Minha mãe estava nua, saindo do banheiro. Ela pegou a toalha no varal, enrolou-se e entrou para dentro de casa. Aquilo me deu um tesão inexplicável: corri para dentro do banheiro, o caralho latejando de tão duro, e bati uma punheta pensando naquilo que eu tinha visto: minha mãe pelada. Acho que meu pau nunca ficou tão duro como naquele fim de tarde. Eu estava encantado: ainda não sabia que deveria sofrer bastante sob aquele feitiço. Eu reconstruía aquela imagem na minha cabeça e batia, forte, minha punheta. Foi uma coisa maravilhosa. De repente senti que estava sendo observado: tinha uma abertura um tanto larga na porta do banheiro. Minha mãe estava lá fora (já vestida, é claro) vendo tudo pela fresta. Minha mãe me viu batendo punheta: puta que pariu! Minha alegria acabou naquele instante, porque interrompi de imediato a sessão. Ela saiu, discretamente. Senti uma vergonha desgraçada. Concluí que o que eu estava fazendo era errado e que aquilo jamais poderia repetir-se novamente: nunca mais poderia atrever-me a chegar perto do banheiro quando minha mãe estivesse no banho. Só que no outro dia, chegando do colégio (eu estudava à tarde), depois de tomar meu banho, vi que ela entrou para tomar o banho dela. Uma força incontrolável arrastou-me até o quintal: fui olhar pela fresta. De relance, vi ela nua, ensaboada: ela viu que eu estava espiando. Agiu normalmente. Perguntou: o que você quer, meu filho? Quero ir no banheiro. Quer fazer xixi ou quer fazer cocô? ...
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