1. DELICIOSA EXPECTATIVA (CONTINUAÇÃO)


    Encontro: 22/05/2017, Categorias: madura, Traição / Corno, Masturbação, Oral, Sexo Anal, Heterossexual, Autor: O BEM AMADO, Fonte: CasadosContos

    No final do expediente de quarta-feira, avisei meu chefe de que faltaria no dia seguinte para resolver alguns assuntos pessoais e certifiquei-me de que minha mulher iria para a aula de Pilates que ela sempre fazia toda a semana. Na manhã do dia seguinte, cumpri minha rotina, levando minha esposa e minha filha para a estação do Metrô. Estava retornando para casa quando meu celular tocou. Olhei para a tela e vi que se tratava de um número que eu não conhecia e, portanto, não atendi. Todavia, a ligação repetiu-se mais uma vez e eu, curioso, decidi atender …, para minha surpresa era Suzana. Achei estranho, já que ela não tinha celular, mas a dúvida não perdurou por muito tempo. Ela disse que estava ligando do aparelho de Tarsila que já havia chegado para o nosso “encontro”. Perguntou se eu estava chegando, pois o café já estava pronto. Respondi que em alguns minutos estaria com ela. Suzana comemorou e, em seguida, baixou o tom de voz quase ao nível de um sussurro. -Agora você já tem o número do telefone dela …, aproveite e guarde-o, pois ele poderá lhe ser útil. Desliguei o telefone e me diverti com a insinuação de Suzana que não deixava de ter uma pontinha de verdade, caso o encontro daquele dia frutificasse como eu esperava. Estacionei o carro uma rua abaixo da praça e caminhei até a casa de Suzana, não vislumbrando o SUV de Tarsila parado em frente ao portão. Toquei a campainha, e assim que a porta se abriu fui arrebatado pela beleza de Tarsila vindo me receber. Ela estava ... muito atraente, vestindo uma bermuda jeans justíssima, uma camiseta regata que esforçava-se em conter aquele busto maravilhoso e sandálias de saltos altos; Tarsila não estava usando maquiagem, e eu tinha certeza de que ela não precisava de qualquer recurso cosmético para aprimorar algo tão naturalmente belo. Ela desceu o pequeno lance de escadas que davam para o portão de entrada, gingando com uma cadência enlouquecedoramente insinuante. Após um beijinho de cumprimento no rosto, ela convidou-me para entrar. Já na sala, estávamos eu, Tarsila e Suzana, sorvendo nossos cafés e saboreando deliciosos biscoitos amanteigados, comungando de uma conversa amena e agradável …, é bem verdade que, vez por outra, Suzana atravessava uma colocação de duplo sentido, provocando rubores em sua filha e excitação em mim, cujo resultado era uma gargalhada geral. Po outro lado, eu percebia o olhar sapeca de Tarsila quando das interferências picantes de sua mãe, denunciando uma pitada de desejo rondando suas expectativas. Passava das dez e meia da manhã, quando Tarsila disse que precisava ir, pois tinha afazeres importantes. -Que afazeres são esses, minha filha? – questionou a mãe com um olhar de reprovação – Seu marido está trabalhando, meus netos estão na escola …, ora, que coisa, hein! E ademais, você está sem carro! -Eu sei de tudo isso, mamãe! – respondeu Tarsila com voz insegura – Mas preciso ir … -Se quiser, posso lhe oferecer uma carona? – sugeri eu, com tom hesitante. -Que ótima ideia! – ...
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