1. A primeira vez que gozei


    Encontro: 19/05/2017, Categorias: Masturbação, Punheta, Transsexualidade, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: Alan26, Fonte: CasadosContos

    Vou falar um pouco sobre mim, e minha história não é muito peculiar, e não sei se muitos de vocês que estão lendo vão conseguir entender, coisa que poucas pessoas na minha vida entendem. Tenho muito medo de expor as pessoas, por isso alterei nomes, locais e algumas ocasiões para não identificar as pessoas na minha vida. Meu nome é Alan, e hoje eu tenho 26 anos. Sou branco, um loiro caindo pro castanho. Tenho 179 de altura e peso 90 quilos. Não sou exatamente musculoso, apesar de fazer academia, mas tenho uma estrutura grande. É o famoso cara que ganhou massa muscular mas não perdeu a gordura. Sou de um estado que possui uma presença forte no agronegócio, então vocês podem tirar suas conclusões. Minha família não é rica, mas nós temos uma vida relativamente boa. Vivo com minha mãe e meu irmão mais novo, tendo meu pai falecido quando eu era criança. Nasci com uma condição de saúde bem peculiar, popularmente conhecido como pseudo-hermafroditismo, e desde pequeno percebia o quanto era diferente dos meus outros primos e vizinhos homens. Fui inicialmente criado como menina, e quando mais novo passei a ficar muito doente, até que um médico conseguiu fazer o diagnóstico. Sou em voz e aparência homem, mas tenho dois órgãos genitais, uma vagina externa e o que se pode considerar um pênis fundido na parede interna da minha cavidade vaginal, que é oca, sem as trompas. Os dois órgãos causavam todo tipo de problemas de saúde para mim, tendo eu realizado duas ou três cirurgias em São Paulo ... para remover os ovários. Meus pais queriam que eu continuasse como menina, porém os médicos tinham apenas como opção remover o que seriam os ovários, pois tinha apenas um único testículo, que estava “afundado” (não sei o termo certo) e não poderia ser removido. Decisão acertada, pois hoje não me considero nem um pouco uma mulher. Isso teve um efeito drástico em mim, pois me impedia de ter a mesma vida de criança que meus primos. Quando descobri o quão era diferente dos outros meninos, foi algo muito pior. No começo não dava muita bola, e minha mãe sempre me ensinou a ter cuidado para não falar sobre o quanto era diferente, embora todos os adultos da família soubessem da minha história. Minha mãe, na verdade, apesar de ter insistido no género feminino no começo, me tratava como se fosse um menino, e meu pai, na época era muito distante de mim, e nós não tínhamos uma relação boa. Minha mãe me protegia muito, chegando a sufocar, e só foi com o nascimento do meu irmão que tive uma folga da vigilância dela. Fiquei com muito ciúme do Sérgio na época, pois diferente de mim ele tinha nascido “perfeito”; apesar de meus pais nunca terem dito isso, percebia essa diferença na forma que tratavam ele e eu. Na escola, no começo, eu era como qualquer outro rapaz, e lembro que foi nessa época que comecei a ganhar um pouco de peso. Sempre fui meio afeminado, e isso me colocava na rota constante de gozações e daquilo que hoje as pessoas chamam de bullying. Tinha muito medo das pessoas na escola ...
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