1. João e o Pé de Feijão - Final!!!


    Encontro: 13/05/2017, Categorias: reconforto, Reencontro, Tristeza, Namoro, Amigos, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: Tazmania, Fonte: CasadosContos

    Oi meus lindos e lindas, segue o final da história. Desculpe pela demora, mas saiu. Foi uma alegria voltar a postar aqui na casa, mas sinceramente, esse site já deu. Conheci ontem o Wattpad e achei bem interessante, visto que posso postar fotos e videos junto ao texto, pode-se comentar os parágrafos, e o sistema de votos não é tão confuso. Sei lá, talvez a continuação, se tiver continuação, eu poste lá, mas aviso por aqui. Forte abraço a todos. Obrigado por ficarem comigo até aqui. x x x Otávio: Eu às vezes pensava como eu pude me apaixonar por aquele garoto. Eu nunca gostei de garotos, nunca olhei pra eles com tesão, nem desejei nada com eles. Aliás, eu estava na fase de querer muito comer as garotinhas da sala, as garotas da rua, todas as garotas do mundo e não via a hora de perder minha virgindade logo, doido pra transar com alguém. Eu até beijava muito na boca, mas transar mesmo, só comigo mesmo. Mas aquele dia revolucionou a minha vida pra sempre. Acordar e ver o Bruno me chupando mudou completamente o que eu sentia, o que eu era, como me via. Eu amava meu amigo, percebi isso exatamente quando ele foi embora e me deixou sozinho. Eu não me acostumei ficar sem ele, ainda mais quando começamos a namorar. Lembro-me das loucuras que fazíamos, das transas em locais escondidos, dos fins de tarde românticos que passávamos na praia, das biritas que tomávamos rindo de tudo e de todos. Claro que eu não era feliz por inteiro, pois queria poder ver ele todo dia, queria poder ter ele ... pra mim todo o tempo, mas ele insistia em morar no interior, o que fazia minhas noites de domingo serem afogadas na tristeza, e minhas sextas explosões de ansiedade para vê-lo logo. Cara, eu era muito doido por ele! E posso dizer que eu ainda sou, e como esse sentimento sobreviveu a tudo isso que vocês leram? Não faço ideia. Eu tentei, juro que tentei esquecer ele, mas não consegui, mesmo namorando a Giulia, mesmo achando que eu estava apaixonado por ela, eu ainda sonhava com ele. Quando estava transando com ela, fechava os olhos e via os olhos dele, mas aquele gemido feminino me despertava para a realidade, agora ele era de outros. Mesmo querendo esquecer, não conseguia e ali, deitado ao lado da minha noiva, com meu filho entre nós, eu não conseguia continuar com aquilo, eu amava ele. Após a morte da minha mãe, após tudo o que ele fez por mim, após a nossa noite de amor, não conseguiria ir em frente. Eu até tentei agir como se nada tivesse acontecido, até tentei ser dela, mas eu era dele. Por alguns dias eu consegui vencer minha consciência, mas ia enlouquecer se continuasse aquela farsa. - Giuly. – disse naquela tarde ao chegar em sua casa. - Oi amore. Parece cansado. Tudo bem? - Não, não estou bem, eu preciso conversar com você. - Vamos para o quarto então, porque parece sério. – Desde que ela deu a luz eu estava morando na casa dos pais dela, com ela e o Augusto, por causa do resguardo etc e tal, e minha sogra conseguiria cuidar dela e do bebê. Lá em cima eu continuei. - ...
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