1. Travesti humilhada e venerada


    Encontro: 13/05/2017, Categorias: Travestis, Autor: anandafr, Fonte: ContoEroticoComBr

    Depois de um dia entediante de trabalho fui me divertir um pouco. Peguei um táxi, parei em um bar, sentei. Pedi uma cerveja e fiquei bebendo sozinha. Um homem se aproximou: – Moça, está sozinha? – Estou sim. Curtindo um pouco só. – Posso te conhecer? – Claro! Era um homem bonito. Não daqueles que te chamam a atenção apenas pelo corpo, mas mais pela forma de falar, pelo jeito de olhar me devorando. Minha blusa tinha um decote em V e ele não se intimidava em devorar-me com os olhos. Ele estava de social. Ficamos bebendo, e rindo de coisas que nem me lembro muito bem. Talvez porque ele fosse bom de papo. Então ele se atreveu. Pegou na minha mão. Eu retribuí. Me deu um beijo delicioso e puxou minha mão no seu pau. Estava bem duro. Dei uma apertadinha por cima da calça. Ele tenta pegar na minha calça eu bem de leve não deixo. – Vamos para algum lugar mais confortável? – Eu preciso te dizer uma coisa antes. – O que foi? Não gostou de mim? – Gostei muito de você. E justamente por isso preciso ser honesta. … – Eu sou travesti. – Ah, mentira… Está procurando desculpa para não sair comigo? – Bem, é verdade. Só estou dizendo. Se isso não for um problema para você, quero muito sair com você sim. Ele pagou a conta e não me deixou gastar nenhum centavo. Me pegou pela mão e seguimos. Fomos até um estacionamento. O manobrista trouxe o carro, abriu a porta, me pediu para entrar e seguimos. Logo que fechou a porta seu tom mudou completamente. Inesperadamente me deu um tapa bem forte no rosto: ... – Você me paga, traveco! Deu um puxão bem forte no meu cabelo, e mais um tapa no meu rosto. Eu comecei a chorar: – Cala a boca, vagabunda! Se chorar vai ser pior. Você vai fazer exatamente como eu mandar, ouviu bem? Assustada, não respondi. Levei mais um tapa, desta vez acertou minha orelha, doendo muito. – Responde sua puta! – Sim, sim! – “Sim, sim” o que? Me diga, vai me obedecer ou não? – Vou te obedecer sim, moço! – Então abra o zíper da minha calça e chupe meu pau. Abri e tirei o pau dele de dentro da cueca. Era bem grosso, e bonito. Punhetei de leve e comecei a chupar enquanto ele dirigia. Levantei a cabeça, e perguntei: – Aonde vamos? Recebi mais um tapa forte no rosto: – Continua chupando traveco do caralho! Notei que o carro parou, ele me empurrou com força. Estávamos num estacionamento de um prédio em algum lugar de São Paulo. Abriu a porta e me empurrou para fora. Caí no chão, e me levantei, ele mais uma vez me empurrou com força me fazendo cair mais uma vez. Tirou o cinto da calça e me deu uma cintada. – Suba a escada! As duas escadas! Eu não sabia aonde estava. Em algum lugar da Zona Norte da cidade, mas como não pude olhar o caminho não fazia idéia. Eu tinha muito medo. Minhas pernas tremiam. Soluçava por dentro mas tentava disfarçar para não piorar a situação. Já me imaginava morta nas mãos daquele psicopata. Ele abriu a porta, me empurrou para dentro de um quarto, e trancou a porta. Havia uma cama, livros empilhados, um velho computador desmontado. Avistei um ...
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