1. A ESCRAVA NOVATA - PARTE 1 - A COMPRA


    Encontro: 11/05/2017, Categorias: dominação submissão cadela escrava humilhação, Sadomasoquismo, Autor: Ninna, Fonte: CasadosContos

    A ESCRAVA NOVATA - PARTE 1 - A COMPRA Meu dono me comprou em uma feira exposição de escravas, na sessão de novatas, ele queria uma escrava sem experiência para poder adestrar como queria e ter muito motivos para me castigar e exercer seu sadismo. Me viu exposta em um degrau alto, enfileirada lado a lado á outras escravas, com as mãos para traz e acorrentada á parede por uma corrente presa á coleira de aço grosso e pesada em meu pescoço, fez sinal ao vendedor que gostaria de me examinar, o vendedor então me soltou e me vez descer do degrau onde estava. O senhor então me mandou ficar com o corpo ereto, mãos para traz e boca e pernas e entre abertas, verificou minha boca e dentes, cheirou meu hálito e então me fez sentir sua mão pesada em meu rosto, queria saber se ficava marcada fácil e deu um sorriso sádico ao constatar que sim, examinou meus seios verificando que eram do tamanho exato para encher suas mãos, em seguida colocou a mão em minha buceta e apertou, enfiou dois dedos e me vasculhou por dentro, mandou que encostasse as mãos na parede, abrisse as pernas e empinasse a bunda, fiz conforme ordenado, enfiou dois dedos no meu cuzinho, gemi de dor e em repreensão levei um tapa forte na bunda, fui marcada pela mão do mestre. Então meu dono se virou para o vendedor e disse que tinha se agradado da mercadoria mas que gostaria de provar para ter certeza. - Para usar tem que pagar- disse o vendedor - se caso decidir devolver, terá que pagar também pelos estragos – completou - ... Então serei seu melhor cliente, por que essa conta ira ficar cara O mestre pagou, me pegou pela corrente presa a coleira em meu pescoço e me guiou ate a cabana de provas. A ESCRAVA NOVATA - PARTE 2 - A CABANA O quarto de provas era uma cabana de madeira rustica, um cavalete também de madeira, uma mesa de pedra, um par de argolas presas ao teto, um colchonete sujo no chão e muitos chicotes e varas pendurados á parede. O mestre mandou que me debruçasse no cavalete com a barriga para baixo, pernas e braços nos apoios mas avisou que não iria me amarrar, mas que caso me mexesse iria pagar pelo meu erro. Então começou a me marcar com a vara, uma, duas, três vezes, na oitava parou e verificou minha buceta que a esta altura já estava molhada. - Sua puta, não espere sentir prazer aqui, hoje sentira apenas dor – disse retomando os golpes e aumentando a intensidade da força, a dor da vara rasgando minha bunda era muita, por instinto coloquei as mãos, que estavam soltas acredito que propositalmente, sobre as nadegas. -De pé, avisei para não se mexer, braços esticados e palma da mão para cima, vai aprender a não usar as mãos para me impedir, vou fazer se lembrar desta lição.- e começou a me bater com a vara nas mãos, com muita força. – Quem mandou que fecha-se os olhos, Abra – abri os olhos e pude ver ele levantando o braço para pegar impulso e maximizar o golpe em minhas mãos, e novamente por instinto tirei as mãos rapidamente colocando-as para traz do corpo. O mestre ficou muito bravo, a ...
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