1. A empregada que me mostrou como se goza


    Encontro: 10/05/2017, Categorias: Masturbação, Autor: femeasemcam, Fonte: ContoEroticoComBr

    Olá! Já escrevi alguns contos com meu primo André, que aconteceram no início da minha adolescência. Só que antes dele, eu já era bem tarada… desde sempre me lembro de ter um fogo incontrolável na buceta. Quando era bem molecota, a primeira vez que lembro de sentir tesão foi vendo umas revistas eróticas com minhas primas mais velhas. Eram revistas de mulheres nuas, mas aquilo me deixou com uma sensação “engraçada” na bucetinha, parecia que estava com vontade de fazer xixi, mas não conseguia. Depois disso, sempre tentava achar as revistas do meu pai para ter aquela sensação novamente. Mas na época ainda não comecei a me masturbar. Passado um tempinho, conheci umas meninas da mesma idade, mas mais foguentas que moravam no mesmo condomínio. Sempre que dava, nos reuníamos para contar “sonhos indecentes” com detalhes que até hoje não sei de onde tiravam. Eu só ouvia e quando tentava contar, só conseguia reunir vários deles e fazer um só rsrsrsrs. Mas o que interessava era o tesão que causava contando os tais sonhos. Até então, nunca tínhamos nos tocado (nem a nós mesmas, nem às outras), o negócio era mesmo só sentir a bucetinha pulsando. Passado um tempo, começou a trabalhar na minha casa uma empregada novinha, a Gil. Ela tinha só uns 6 anos a mais que eu. Essa guria me contava suas aventuras com o namorado e me deixava morrendo de tesão. Eu nem piscava ouvindo as histórias, mas mexer na xana que é bom, nada… Ela ficava provocando, principalmente depois dos finais de semana, ... contando o que tinha deixado o namorado fazer, mas como ela se dizia virgem, contava o que ele fazia com a boca e com as mãos na bucetinha dela. Ela contava em detalhes as siriricas que o guri fazia nela, e eu só babava. Como era meio lerdinha, não tinha a iniciativa de me tocar, até por vergonha dela, até que depois de umas semanas, durante a sessão de “contos eróticos” a Gil perguntou se as histórias não me deixavam com tesão. E eu, inocente, perguntei o que era aquilo. Ela respondeu que era quando a xoxota ficava batendo igual um coração e ficava molhada. Corei na hora! Como ela sabia???? Pela minha reação ela percebeu que sim. “E o que vc faz quando sente isso?”, perguntou. Eu respondi que nada, só esperava passar. Foi aí que ela me surpreendeu… “Vem cá… vc sabe que pode ficar bem melhor?”. Eu respondi que não. Então a Gil sentou do meu lado e puxou um pouco minha coxa, me fazendo abrir as pernas um pouco. A sainha que eu usava levantou, deixando à amostra minha calcinha. A minha buceta sempre foi “gordinha”, por isso a calcinha entrava um pouco, marcando bem os grandes lábios. A Gil me olhou e falou “Posso te mostrar uma coisa?”. “Claro!”, respondi, em meio a um tesão louco, mesmo estando um pouco nervosa. “Vou te ensinar uma coisa que vc vai gostar muito”. Então passou a mão na minha xoxota pelada, por cima da calcinha e sentiu que estava molhadinha. Então apertou um pouquinho e esfregou devagar meu clitóris, fazendo movimentos lentos. Fechei os olhos e aproveitei aquela ...
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