1. A INICIAÇÃO DE TONHO 1


    Encontro: 04/05/2017, Categorias: caminhoneiro, policial, Grupal, banheiro, Fazenda, descoberta, Masturbação, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: Contos Picantes, Fonte: CasadosContos

    Tonho morava com a mãe, numa fazenda perdida no interior de Minas. Abandonada pelo pai do rapaz, quando ele ainda tinha dez anos, Augusta se casara depois com Alberto, um vendedor autônomo, que viajava muito pela região. Agora, entrando no início da fase adulta, aos 21 anos, Tonho vivia uma vida simples, completamente isolado de tudo e de todos. A mãe, muito religiosa, decidira permanecer naquela distante localidade, tocando com o filho o pequeno rebanho de gado de leite, e vendia também hortaliças, ovos e frangos, que eram entregues na beira da estrada pelo empregado Pedro, um neguinho forte e jeitoso, da mesma idade de Tonho, que tinha aparecido por lá há seis meses, pedindo trabalho. Augusta já não dava conta de levar os latões de leite no lombo de burro até a estrada e, como não queria que o filho se misturasse com o "mundo profano", como costumava dizer, tinha resolvido contratar o rapaz para essas tarefas. O novo marido também era quase que uma figura decorativa, daí a necessidade de um braço forte no sítio. Tonho gostou da nova companhia e os dois rapazes, da mesma idade, se deram bem logo de cara. Trabalhavam o dia todo e à noite muitas vezes conversavam sobre tudo. O empregado dormia num pequeno quarto do estábulo, era um verdadeiro touro para o trabalho, mas duas ou três vezes por semana saía para beber na vendinha próxima da estrada com os amigos caminhoneiros. A vendinha ficava a 5 km, morro abaixo, ao lado de um velho posto de gasolina. Era a única diversão ... de Pedro (também não existia outra por perto, a não ser na cidade mais próxima, a 30 km dali): beber uns gorós e conversar fiado com os motoristas. Augusta fazia vista grossa às escapadas do empregado porque achava importante a amizade dele com o filho, que desde menino nunca tinha saído da barra da sua saia. Mas uma regra era sagrada: Tonho estava terminantemente proibido de sair com Pedro. Pedro não se cansava de rir da inocência de Tonho. Às noites, recostado em sua cama, ouvia e respondia a centenas de perguntas do patrãozinho. Tonho queria saber de tudo: como era o mundo lá fora, o que era televisão, o que era rádio, que o empregado falava tanto. Pedro respondia a tudo com paciência, mas sempre pensava: "Como é bobo esse garoto! Como é que a patroa prende um rapaz desse jeito, até essa idade!!!". Desde o primeiro dia de trabalho, Pedro tinha sentido o maior tesão pelo filho da nova patroa. Tonho herdara a pele clara, o cabelo louro escorrido, a altura do pai e a beleza da mãe. Tonho tinha os músculos fortes no tórax e nas pernas, transformando-se num verdadeiro Apolo. "Que desperdício, essa beleza toda perdida nesse fim de mundo", pensava sempre o neguinho. O padrasto de Tonho voltou de sua viagem, para alegria da mãe. Desta vez, prometia ficar pelo menos um mês por ali, para se refazer do cansaço. À noite jantaram juntos e Alberto perguntou baixinho para Augusta: "Vou ter de dormir no quarto do Tonho hoje, meu bem?" Augusta fez um sinal para que ele parasse de falar e ...
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