1. Sete Formas de Medo | Cap. 25


    Encontro: 30/04/2017, Categorias: negro, carinhoso, Carinho, Paixão Secreta, soldado, militar, trauma, guerra, memória, Ruivo, MACHO, suspensa, Sexo, Mistério, Drama, Paixão, Amor, proibido, segredo, mudança, Vida, Romance, homem, Beijo, aeroporto, Série, chefe, Amizade, EUA, Namoro, Erotismo, romantismo, barba, herói, Morte, apartamento, Empresa, advogado, Traição / Corno, fofo, Detetive, Oral, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: Max ♍, Fonte: CasadosContos

    capítulo vinte e cinco | TODO MUNDO SE MACHUCA Em uma escala de um a péssimo esse tinha sido o pior dia da minha vida. Era difícil não pensar no que Lea passou nas mãos de nosso tio Teddy. Que tipo de homem pervertido faz isso com uma criança? Que tipo de homem abusa de um autista e depois o empurra na piscina para encobrir os vestígios? Aquela revelação com certeza tinha afetado á todos e Ralf com certeza não conseguiu esconder o quanto aquilo tinha afetado. Lea parecia um pouco chateada. Ter contado tudo aquilo com certeza trouxe as lembranças de volta á flor da pele. Não via a hora de fazer essa cirurgia e acabar com aquela dor que eu sentia. Era física e emocional. Me sentia um imprestável naquela cama de hospital. Já faz três horas que Rupert tinha ligado para o Dr. Bryan dizendo que tinha conseguido um outro doador. Tudo oque sabia é que ele estava vindo de Los Angeles. Era um velho conhecido de Rupert. Aquela esperava estava me matando e com certeza fome estava me consumindo. Não via a hora de acabar com aquela parte da minha vida de ter uma vida normal. Não posso reclamar. Não tinha nenhum doador e agora tenho dois. Não tenho do que reclamar a não ser da demora para receber meu novo rim. - ele não te ligou? – perguntei para Dr. Bryan. Todos ainda estavam no meu quarto ansiosos. Lea e Ralf estavam calados e pensativos. - não – falou Dr. Bryan – ele disse que o doador está vindo. - ele não vem? - não. Rupert precisou voltar para Los Angeles, mas em algumas semanas ele ... estará retornando. - OK – falei respirando fundo. - fica calmo – falou Ralf – vai dar tudo certo. Novamente fiquei em silêncio e dessa vez não fui eu quem quebrou o gelo. Foi o celular de Lea que tocou. Ela olhou na tela e depois olhou para mim. - é a mamãe. - manda ela ir se ferrar. - para com isso – falou Ralf. - você viu o que Lea disse. Ela não me considera um filho. Porque eu devo considera-la uma mãe? - só deixa isso pra lá – falou Lea – vou atender e já volto – falou ela saindo quarto. Depois que Lea saiu do quarto Ralf olhou para mim e pareceu pensativo. Ele ficou me olhando e eu ficava desviando olhar, mas aquilo começou a me incomodar. - o que é? – perguntei olhando para ele. - não é nada eu só… estou envergonhado. Não devia ter ido para cima do Teddy – falou Ralf olhando para a camiseta. Havia algumas manchas do sangue de Teddy. - você fez foi pouco. Podia ter matado ele. - não diga isso – falou Ralf – eu não devia tê-lo matado – falou Ralf chateado. Ele realmente estava triste por ter ido para cima de Teddy. Ralf deixou claro que ele não gostava de tirar vidas. Nem mesmo quando estava na guerra então aquele era um assunto delicado para ele. O celular do Dr. Bryan tocou e na mesma hora fui prestar atenção na conversa dele. Bryan trocou algumas palavras e logo eu percebi que era com Rupert. Quando Dr. Bryan desligou ele olhou para mim. - o que foi? Aconteceu alguma coisa? O avião com o doador caiu? - não – falou ele rindo do meu sarcasmo – Rupert ligou para avisar ...
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