1. COMO APRENDI A VIVER A VIDA. 2.10


    Encontro: 17/04/2017, Categorias: Reencontro, Primo, Médicos, Duvidas, Paixão, Amor, Gays / Homossexual, Gays / Homossexual, Autor: Hugo, Fonte: CasadosContos

    Olá pessoal, voltei rs... desculpem a demora, esse capitulo é uma introdução para o que vai acontecer no próximo capitulo! Bjão, até mais #COMO APRENDI A VIVER A VIDA# Aquele dia amanheceu nublado e frio, eu acordei e estava envolvido pelos braços negros e fortes de Julio. Não levantei, pois ele ainda dormia. - Bom dia meu amor! – disse ele sussurrando em meu ouvido. - Bom dia seu dorminhoco rs. Dei um selinho nele e levantei fui ao banheiro tomei um banho e quando voltei, ele não estava mais no quarto, vesti uma roupa leve já que iria pro hospital e desci, quando cheguei à cozinha estava ele e Gusta conversando. - Bom dia Gusta! - Bom dia nada, você vai mesmo salvar aquele louco? - Já tomei minha decisão e não quero mais falar sobre isso Gustavo! Acho que já sou adulto e posso fazer minhas próprias escolhas. - Desculpe, eu sei que você tem um coração grande, mas aquele idiota não merecia... - Eu não sou merecedor de tantas coisas primo, mas é meu dever como ser humano e querendo ou não eu sou irmão dele. – falei pegando uma maçâ - Amor você não pode comer! Vai fazer uma cirurgia! - Nossa, quase esqueci! Esperei eles tomarem café e depois seguimos pro Hospital, não consegui ver Ricardo já que ele agora não saia da casa de Marcelo, dei um abraço em Gusta e fui com Julio. No percurso fui olhando pelo vidro do carro e começou a cair uma chuva rala, logo chegamos ao hospital. Descemos do carro de mãos dadas e assim entramos, na recepção Arthur e Marisa aguardavam. - Bom dia – ... falei cumprimentando ambos. Ficamos um tempo conversando até que Roberto vem chamar para me preparar. - Então é isso... Eu vou lá salvar o filho de vocês rs. - Meu filho fica bem e muito obrigado – falou Arthur me abraçando. - Obrigado Arthur! – disse correspondendo ao abraço do “meu pai” Confesso que era estranho ser chamado de filho, ser abraçado e ter o afeto de alguém que representasse paternidade, mas eu sentia uma certa segurança em Arthur apesar das pontas soltas que ainda existiam em nossa história - Amor vai ficar tudo bem, logo você estará bem e eu estarei aqui te esperando! - Eu te amo! – falei abraçando Julio e beijando-o Fui acompanhado de Roberto até o quarto onde troquei de roupa e fui encaminhado ao centro cirúrgico. Até aquele momento Mauricio não sabia quem seria o seu doador, a pedido meu, não queria que rolasse aquele teatro ou que ele se sentisse arrependido pelo fato de eu ter salvado ele. Logo o anestesista entrou e a ultima coisa que vi foi aquele refletor de luz na minha cara, quando acordei estava no quarto e Julio estava lá sentado do meu lado segurando em minha mão, Arthur estava em outra poltrona e lia um jornal. - Amor, você acordou! Como você está? - Oi meu lindo, com um pouco de sono ainda e com fome... - Vou pedir para as enfermeiras trazerem algo pra você comer – disse dando um selinho em mim e saindo. - Obrigado amor! Ele saiu e ficamos a sós, eu e Arhur. - Oi – disse ele se aproximando da cama. - Olá! Como está seu filho? - Ele está bem! ...
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