1. Minha prima Flavia – parte 1


    Encontro: 15/04/2017, Categorias: Virgens, Autor: bon_vivant, Fonte: ContoEroticoComBr

    Após um período sabático, longe dos contos e de tudo, volto com algumas republicações e, também, com histórias inéditas. Desta vez, decidi que vou adotar o nome Bruno e também vou lhes apresentar Flavia, minha prima um ano mais velha, a primeira e mais duradoura influência em minha vida sexual. Garotas, naturalmente, costumam amadurecer mais rápido que garotos. Com Flavia, não foi diferente. Assim, não bastasse a diferença de um ano de idade (que, até certo ponto da juventude, é uma diferença considerável), Flavia sempre se mostrou muito mais madura que eu. Desde crianças, a impressão que eu tinha era a de que ela só me procuraria para fazer algo junto com ela quando já não houvesse algum outro primo ou amigo mais velho por perto. Crescemos sempre próximos, porém, sem uma intimidade completa. Lembro-me bem de seu primeiro namorado, Fabinho, e de como ela chegou pomposa e adulta ao almoço de domingo na casa de nossa avó para apresentá-lo à família. Ele, já maior de idade, e ela, que assim também se achava. O namoro deles foi um longo período de distanciamento ainda maior de Flavia em relação a mim e a outros primos mais novos. Mesmo os adultos comentavam como ela estava diferente, madura etc. Eu queria vomitar quando ouvia isso, pois, para mim, o casal não passava de dois esnobes chatos. O namoro deles durou por um bom tempo. Recordo-me de ter passado duas viradas de ano na (desagradável) companhia de Fabinho. Na segunda virada, eu lembro de como Flavia estava gostosa. Que ... delícia era ficar observando-a desfilar dentro de casa com aquelas roupas curtas e vê-la na praia e na piscina com biquínis ora fio dental, ora mais tradicionais, mas sempre realçando as curvas de seu corpo. Mas o melhor de tudo foi descobrir as escapadas que ela e Fabinho davam todas as madrugadas. Na terceira noite, eu acordei no meio da madrugada para tomar um copo de água. Como estávamos em muitos na casa, eu tentei ser o mais silencioso e discreto possível para não acordar ninguém. Assim, além de não fazer barulho, tomei o cuidado de não acender qualquer luz, pois havia pessoas dormindo em toda a parte e aquilo seria realmente desnecessário, já que a própria luz da lua invadia discretamente os cômodos da casa. Quando me aproximei da porta que dividia a sala da cozinha, ouvi o barulho de uma outra porta sendo cuidadosamente fechada. Como o barulho veio da cozinha, só poderia ser da porta que dava para a área externa. Fiquei intrigado com aquilo. O primeiro pensamento que me veio foi o de que poderia ser algum ladrão. Sem acender a luz, corri até a janela da cozinha e, para minha surpresa, vi minha prima, de pijamas bem curtos, correr em direção a Fabio, que a aguardava na porta de um banheiro que ficava à beira da piscina. Eles entraram rapidamente e fecharam a porta. Felizmente, não viram que eu os observava da janela. Eu, então virgem com ideia fixa em sexo, não poderia perder a oportunidade de presenciar qualquer coisa ali. E fui, com cautela redobrada, pisando na grama ...
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